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Otimismo e Metas: Ricardo Patah, Líder da UGT, Vê um Futuro Promissor para o Brasil

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O cenário econômico e social brasileiro tem sido motivo de análise otimista por parte de Ricardo Patah, líder dos Comerciários de São Paulo e presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT). Em um balanço recente, Patah não apenas celebrou os avanços do ano que se encerrou, mas também projetou um horizonte favorável para o Brasil, com foco especial nas perspectivas para 2026, destacando a importância da estabilidade democrática e da justiça social para o desenvolvimento do país.

Desempenho Econômico Robusto em 2023

Patah enfatizou que o ano recém-finalizado apresentou uma série de indicadores econômicos sólidos que beneficiaram diretamente os cidadãos. Ele citou a significativa queda nas taxas de desemprego, o aumento real dos salários, a manutenção da inflação sob controle e a bem-sucedida abertura de novos mercados internacionais para produtos brasileiros como pilares de um período de recuperação e crescimento. Essa conjunção de fatores contribuiu para um ambiente econômico mais favorável e resiliente, segundo a avaliação do dirigente sindical.

A Valorização da Democracia e do Estado de Direito

Com uma formação em Direito e experiência como juiz classista no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), Ricardo Patah ressaltou a primazia do Estado de Direito e a relevância de uma governança democrática para a nação. Ele destacou o papel fundamental do sindicalismo na salvaguarda das conquistas democráticas, um esforço que, embora árduo, resultou em um saldo positivo para a sociedade, reafirmando que a democracia e a soberania são pilares inegociáveis para o desenvolvimento social e nacional.

Isenção do Imposto de Renda: Um Alívio para a Renda Familiar

A isenção total do Imposto de Renda para trabalhadores que percebem até R$ 5 mil é outro ponto de otimismo para Patah. Ele argumentou que essa medida representará um aumento substancial na renda disponível das famílias, com uma parte significativa desse excedente destinada ao consumo. Tal incremento no poder de compra dos trabalhadores é visto como um impulsionador vital para o comércio, beneficiando diretamente o setor e, em especial, os comissionistas.

Essa pauta, conforme lembrou o líder ugetista, era uma antiga e constante reivindicação do movimento sindical, integrando a Pauta Unitária aprovada na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) de 2022. Patah elogiou a coerência do governo em atender a essa demanda, interpretando-a não apenas como um aumento na renda a partir de janeiro, mas também como um importante, ainda que moderado, passo em direção à justiça fiscal.

Resiliência Brasileira Diante de Conflitos Globais

Apesar de um ano marcado pelo agravamento de conflitos internacionais, Ricardo Patah elogiou a postura do governo brasileiro. Ele observou que o país reagiu com notável agilidade, diálogo e diplomacia, o que permitiu mitigar os impactos negativos dessas tensões. Como exemplo da eficácia dessa abordagem, Patah citou a capacidade do Brasil de não ser tão afetado por tarifas protecionistas, como a alíquota de 40% imposta por Donald Trump a produtos de exportação brasileiros, demonstrando a habilidade diplomática em proteger os interesses nacionais.

Cenário Eleitoral e a Visão para o Desenvolvimento Nacional

Abordando o contexto de um ano eleitoral, Patah reconheceu que tais períodos podem gerar complexidades em diversas frentes, mas sublinhou que as condições gerais do País se mostram favoráveis. Na sua perspectiva, o atual presidente emerge como o candidato ideal para dar continuidade a um projeto nacional desenvolvimentista, pautado pela democracia e pela inclusão social, consolidando as políticas que considera benéficas para os trabalhadores e para a sociedade como um todo.

As Metas Sindicais para 2026: Avanços na Legislação Trabalhista

Para o futuro próximo, Ricardo Patah já delineou as principais bandeiras sindicais e trabalhistas que a UGT pretende defender ativamente até 2026. Entre as prioridades, estão o fim da escala de trabalho 6×1, a redução geral da jornada de trabalho e uma intensa campanha pela diminuição da taxa básica de juros, a Selic. Patah criticou veementemente a taxa atual, que ele aponta como excessivamente alta (15% ao ano), encarecendo o crédito, favorecendo o setor financeiro em detrimento da produção e desestimulando diretamente o setor produtivo nacional.

Em síntese, o líder da UGT projeta um futuro de continuidade e aprofundamento das políticas sociais e econômicas que, em sua visão, promoverão o bem-estar dos trabalhadores e o desenvolvimento sustentável do Brasil, sempre sob o pilar da democracia e da justiça social.

Fonte: https://agenciasindical.com.br

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